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O Show de Truman e a Sociedade Atual

dezembro 1, 2009

Ao reassistir na semana passada o filme “Show de Truman”, pude notar críticas que passaram, na primeira vez que o vi, despercebidas por mim.
Baseando-me na ficção, pude transferir acontecimentos exacerbadamente expostos no filme para a realidade recorrente.
O capitalismo atuante em nosso sistema objetiva-se exclusivamente na obtenção de cada vez mais lucro, mesmo que para isso conceitos éticos e morais sejam relegados ao esquecimento. Transforma-se, portanto, em virtude inegável a produção incessante de mais capital e a partir daí, potencializa-se a nascente de uma cultura baseada na acumulação de bens.
Evidentemente, para que essa cultura estabeleça-se com sucesso, a sociedade deve beirar a total alienação e limitar-se a infantilização inerente aos acontecimentos. Trocando em miúdos, somos manipulados pela cultura do consumismo e do entretenimento. Convencemo-nos da satisfação pelo prazer momentâneo, nos esquecendo que este é paliativo enquanto incapaz de preencher o vazio que nos leva a procurá-lo.
Sendo assim, a possível manipulação sobre a vida de Trumman me levou ao questionamento quanto à manipulação real da mídia e dos governantes sobre nossas vidas. Uma vez que todo comportamento humano se dá, em maior parte, por influência cultural ao invés de biológica. Sabendo disso entrei em uma contradição inaceitável: embora sejam nossos atos os determinantes e diferenciadores de nossas culturas, é a partir de conceitos estabelecidos culturalmente que determinamos nossas atitudes. Dessa maneira, me deparei com a incerteza de ser o nosso modo de vida natural e dado por uma cultura decorrente de nossos hábitos ou imposto pela mídia e forças do poder a favor da acumulação do lucro.
Embora o culto pela televisão e a capacidade que esta tem de nos transmitir conceitos e nos educar de maneira conveniente ao sistema, sejam fatores determinantes para nossa submissão, ainda podemos encontrar em nossa sociedade, resquícios de uma educação baseada em valores patriarcais capazes de nos levar a certas reflexões opinativas.
Exemplo disso é o fato de nos indignarmos com a imoralidade em relação à vida de Truman, uma vez que alguma herança conceitual foi requerida para o consentimento de tal conclusão.
Nota-se, portanto que de alguma maneira, a troco de certa facilidade, tornamo-nos não apenas manipuláveis, mas também passivos e permissíveis a nossa subordinação.
Não obstante, que sirva essa reflexão para ao menos lembrar que toda submissão é voluntária, já que a grande maioria – normalmente explorada-, por ser maioria, detêm de verdadeiro poder e de maior força.
Que valha o lembrete: cabe apenas a nós, responsáveis pelo sistema circundado, questionar, lutar e promover mudanças.

 

por Carolina Folster

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Saga Crepúsculo

novembro 30, 2009

 

O segundo filme da saga Crepúsculo vem causando certo alvoroço nas salas de cinema e sua grande causa são os 15 kg de puro músculo que o ator Taylor Lautner, que interpreta Jacob Black, ganhou para fazer Lua Nova.

O menino bobinho que aparece no primeiro filme com cabelos longos e com uma péssima atuação, surge no segundo com com os cabelos cortados e um abdômen de fazer inveja em muito marmanjo. mas não foi só na parte física que Taylor mudou, sua atuação melhorou consideravelmente fazendo com que o vampiro Edward Cullen, interpretado por Robert Pattinson, passasse despercebido no filme.

Não há como não perceber a superioridade de produção de Lua Nova comparada com a de Crepúsculo, tanto nos efeitos especiais quanto nas atuações dos novos personagens como Dakota Fanning, que interpreta a vampira Jane Volturi, aos 15 anos a atriz prova que ainda tem muito talento pra mostrar.

Sendo a história bobinha ou não, a realidade é que Lua Nova bateu recorde de venda de ingressos antecipados e arrecadou até agora 473, 7 milhões de dólares.

 

por Mylena Perdomo

ma atuação, surge no segundo com os cabelos cortados e um abdômen de fazer inveja em muita gente. Não foi só na parte física que Taylor mudou, sua atuação melhorou consideravelmente fazendo com que o vampiro Edward Cullen, interpretado por Robert Pattinson, passasse despercebido no filme.

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O diabo existe mesmo

novembro 30, 2009

Miranda Priestly e Andrea Sachs

Todo mundo que se sente atraído pelo mundo da moda já deve ter assistido O Diabo Veste Prada, um filme de David Frankel, que é uma adaptação cinematográfica do bestseller que leva o mesmo nome, escrito por Lauren Weisberger, ex assistente da tão temida Anna Wintour, editora chefe da revista Vogue América.

O filme conta a história de uma jornalista, Andrea Sachs (Anne Hathaway) que começa a trabalhar sem o menor interesse como assistente da tão temida Miranda Priestly – interpretada da forma mais bitch possível por Meryl Streep – editora chefe da revista Runway. Como já era de se esperar, Andrea depois de muitos esporros acaba se tornando a queridinha de Miranda e mergulhando de cabeça em todas as regalias que o mundo fashion pode oferecer.

Se você já percebeu a enorme coincidência entre o filme e a vida na revista Vogue, elas não param por aí, afinal, todo mundo sabe que Anna Wintour manda e desmanda no mundo da moda e que ela é temida desde os estilistas até a simples estagiária. A rixa entre Anna e Carine Roitfeld (editora da Vogue francesa) também é retratada no filme pela relação totalmente falsa entre Miranda e Jacquelline (Stephanie Szostak) que coincidentemente é a editora chefe da revista na França.

Bom, se você ainda tem dúvida de que o filme faz referência à Anna Wintour, confira o trailer do documentário The September Issue que mostra o dia a dia da editora mais importante do mundo da moda.

por Mylena Perdomo

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E o prêmio vai para…

novembro 25, 2009

… Todos os cinéfilos que acompanham desde os erros de gravação, até tudo o que acontece por trás dos bastidores.Por que prêmio? Porque isso dá trabalho, captar cada errinho, ou descobrir cada fofoca da milionária indústria cinematográfica.

Curiosidades podem sim ser interessante, e mais que isso dependendo da informação tem o poder de fazer com que as pessoas gostem mais ou menos de cada filme ou ator.Além de algumas dessas curiosidades serem um tanto quanto engraçadas. Então. aí vai…

  • Você sabia que o filme mais visto da história do cinema mundial foi …E o vento levou? Isso mesmo o romance foi assistido por mais de 120 milhões de pessoas.
  • O ator Marlon Brando sobrou a bagatela de 140 milhões de dólares para atuar como pai do Super-Homem no filme Superman (claro!). Isso mesmo o ator que apareceu por 10 minutos na telona faturou 1,4 milhão por minuto. Quem pode, pode.
  • O filme que teve mais beijos foi Don Juan.Alguém muito atento, contou que em 1 hora e 50 minutos de duração os protagonistas tascaram 127 beijocas. Isso que é fôlego hein?

E falando em beijo… Todo ano acontece o MTV Movie Awards que assim como o Oscar, premia os melhores filmes do ano. Só que com algumas categorias a mais. Ano passado um dos vídeos mais vistos no youtube foi dessa premiação da categoria Best Kiss. Os atores que levaram a pipoca de ouro foram Ryan Goslin e Rachel McAdams, que protagonizaram The Notebook – Diário de uma Paixão.Também não é pra menos, dá uma olhada na comemoração dos atores…

Um dos beijos mais apaixonados já vistos…

Esse ano o prêmio de melhor beijo foi para Kristen Stewart e Robert Pattinson do filme adaptação do best-seller que é febre mundial, Crepúsculo.

Se você quiser saber de mais curiosidades e erros de gravação pode acessar o site www.mingau.com.br, mais completo acredito que não há.

por Giovanna Criscuolo

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O cheiro vem do ralo

novembro 24, 2009

Siiim, Selton Mello arrasou mais uma vez no longa “O Cheiro do Ralo”, de Heitor Dhalia e baseado no livro de  Lourenço Mutarelli.

Como bem diz o nome, o filme é sobre um ralo de banheiro e o cheiro da privada. O dia a dia do protagonista Lourenço, dono e único balconista de uma loja de compra e venda de artigos usados, e sua luta contra o simbólico e fedorento cheiro do ralo foi o suficiente para fazer um filme imperdível, cheio de um humor que beira o cinismo.

Que o ser humano é podre por natureza, isso nos resta poucas dúvidas. Que vivemos o dilema cada vez mais impiedoso da lei do mais forte, também não há como questionar. Na sociedade contemporânea onde o material é cada vez mais prioritário, instintos básicos da existência perdem seus valores simplesmente por não terem preço de mercado. Lourenço, como a maioria de todos nós, é o retrato dessa sociedade. Babaca por natureza, irônico de formação e sádico em transformação.

Mas, esse cheiro que você tá sentindo…ele não é meu!

 

Paula Carpi

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E por falar em clássico

novembro 17, 2009

Quem não se lembra de Grease?

O sucesso do musical produzido em 1978 o tornou em um grande clássico.

O filme foi dirigido por Randal Kleiser, que optou por grandes atores para atuarem como Danny e Sandy, os personagens principais: John Travolta e Olivia NewtonJohn.

A trama começa no verão em que os dois se conhecem e se envolvem em um lindo romance. Supostamente Sandy voltaria para seu país de origem porém o destino faz com que ela continue na cidade e se inscreva (sem saber) na mesma escola que Danny.

Desde o começo a história atrai pois mostra a diferença de postura do homem e da mulher após, durante ou depois de um relacionamento, como pode ser visto no trecho do filme ali de cima.

Vale também ressaltar que a trama serve para retratar o comportamento dos jovens na época.

O fim?

O fim é só amor!

Paula Carpi

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Amores Brutos

novembro 17, 2009

Cartaz do filme

Cinema mexicano? drama? sobre amor? Você deve estar pensando em Tália ( a tal Maria do Bairro, M. Mercedes…) não, não em Amores Brutos (Amores Perros, no título original).

Amores Brutos é o primeiro de uma trilogia do diretor Alejandro González, este foi o seu primeiro longa, 2000. Completando o trio seguiram 21 Gramas e Babel, consecutivamente.

Este primeiro filme contém três núcleos, com personagens e cenários, a principio, bem distintos, porém todos têm algo em comum; o amor. Cada um destes núcleos tem uma característica principal que são: drama, suspense e aventura.

Característica marcante deste filme é o tempo não-linear o que faz as três histórias se encontrarem de forma brilhante em um cruzamento.

Esta obra foi gravada com atores latinos e recursos latinos, porém saiu da América Latina e ganhou a admiração do mundo, Ganhou o Prémio da Crítica no Festival de Cannes em 2000.

Por: Bianca de Souza